sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Oscar® 2011 - meus pitacos


Finalmente arrumei um tempinho para falar sobre o que mais gosto: cinema! E as premiações que, na minha modesta (merda de palavra! rs) opinião, são, ao mesmo tempo, o apogeu e a desgraça, duas faces da mesma moeda. Podem levar um filme ao estrelato e os demais ao ostracismo.

Como havia dito num post anterior, e já é corriqueiro desde o início do blog, hoje trago as minhas observações acerca dos indicados as 8 principais categorias do Oscar®.

Ainda não consegui assistir a todos os candidatos, até porque, alguns foram lançados em meses atribulados para a minha pessoa. Na edição de 2011 desse quadro, tentarei inovar, trazendo quem deve ganhar, quem eu gostaria que ganhasse e quem pode ser surpresa. Bem, deixemos de enrolação e vamos ao que interessa:


* Roteiro adaptado

Com exceção de Inverno da Alma, assisti a todos os filmes aqui relacionados. Vejo uma disputa aberta, sem favoritos.

Quem ganha: A Rede Social
Quem gostaria que ganhasse: Bravura Indômita
Será surpresa: Toy Story 3


* Roteiro original

Não tenho muito que falar sobre essa categoria. Também não assisti a todos. Não me senti (ainda) compelido a assistir Minhas Mães e Meu Pai. Mesmo assim, parece-me uma daquelas já decididas. Aliás, nessa edição do Oscar®, sinto que teremos muitas outras assim. É ver para descrer.

Quem ganha: O Discurso do Rei
Quem gostaria que ganhasse: A Origem
Será surpresa: A Origem


* Ator coadjuvante

Na mesma situação da categoria anterior, só posso opinar sobre três candidatos. Infelizmente, e gostaria muito de estar errado, essa é mais uma categoria já decidida. Assim como foi 2 anos atrás quando seu colega e, porque não, arquiinimigo (Heather Legder) recebeu postumamente a estatueta pela interpretação soberba de Coringa, esse ano Christian Bale parece não ter concorrentes a altura.

Quem ganha: Christian Bale
Quem gostaria que ganhasse: Geoffrey Rush
Será surpresa: todos os demais


* Atriz coadjuvante

Aqui teremos uma briga de opostos: de um lado, a experiência na imagem de Melissa Leo, que já foi indicada a Melhor Atriz 2 anos atrás; e do outro, a juventude e tato (que nem parece) de iniciante da pequena Hailee Steinfeld. Em O Vencedor, Melissa Leo interpreta a mãe dos boxeadores Christian Bale e Mark Wahlberg; uma mulher que, transformada em empresária do filho mais novo, chega a camuflar seus sentimentos como mãe para manter o foco. Já em Bravura Indômita, Hailee Steinfeld vive uma garota de 14 anos obcecada em encontrar o assassino de seu pai, porém, sóbria o bastante para deixar a cargo da justiça o julgamento do algoz. Uma briga muito boa!

Quem ganha: Melissa Leo
Quem gostaria que ganhasse: Hailee Steinfeld
Será surpresa: Helena Bonham Carter


* Ator

Vejo como outra categoria já definida. Será muito difícil lutar contra o tradicionalismo de O Discurso do Rei e, consequentemente, a preferência que Colin Firth tem atraído depois de receber as principais premiações nesta categoria por sua interpretação bem “maquiada” do rei inglês George VI, que mal conseguia falar em público devido seu problema de gagueira. Consegui assistir a todos os intérpretes, e digo que Colin Firth só ganha por pequenos detalhes: 1) Jeff Bridges interpreta (muito bem!) um remake de John Wayne; no original, inclusive, esse levou sua única estatueta; Sem contar que Jeff Bridges já levou a sua na edição anterior; pouco provável que repita a dose. 2) Jesse Eisenberg que interpreta o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, está muito convincente e, talvez, seja a ameaça. 3) James Franco só está na lista por conseguir interpretar 3 personagens ao mesmo tempo durante uma (curta) cena descontraída do tenso 127 Horas. 4) Javier Bardem, que tem minha preferência, tem um grande tabu pela frente: desde 1999 que um ator de língua não-inglesa (Roberto Benigni) fica a ver navios nessa categoria. É torcer.

Quem ganha: Colin Firth
Quem gostaria que ganhasse: Javier Bardem
Será surpresa: Jeff Bridges


* Atriz

É a categoria que tenho menor autoridade para falar, já que vi apenas duas das cinco interpretações escolhidas. Ainda assim, salta aos olhos a maestria com que Natalie Portman leva o filme Cisne Negro. Sua paradoxal interpretação renega aquele ar de eterna vítima (uma coadjuvante nata) em seus filmes anteriores.

Quem ganha: Natalie Portman
Quem gostaria que ganhasse: Natalie Portman
Será surpresa: todas as outras candidatas


* Diretor

Nessa categoria (assim como na próxima), vejo um paradoxo dos mais complicados e interessantes: a disputa entre os diretores de A Rede Social e de O Discurso do Rei. Premiar o primeiro seria escolher por uma renovação na temática quase sempre conservadora da Academia (como já aconteceu e vem acontecendo com O Silêncio dos Inocentes, O Senhor dos Anéis, Quem quer ser um Milionário? e Guerra ao Terror). Premiar o segundo, significaria manter o foco na perfeição estética; em filmes robustos, porém, maquiados aos moldes da premiação. Seus diretores são, na grande maioria dos casos, excelentes, mas pouco inventivos. É o caso de Tom Hooper, um diretor para TV que parece ter medo de almejar algo maior. E pensar que Christopher Nolan nem sequer foi nomeado. Novamente! Que injustiça!

Quem ganha: Tom Hooper
Quem gostaria que ganhasse: Joel e Ethan Coen
Será surpresa: David Fincher


* Filme

Apenas dois! Isso mesmo, apenas dois entre os dez candidatos eu não vi ainda. Digo ‘ainda’ porque pretendo assistir Inverno da Alma. Senti falta de Biutiful nessa lista. Apesar disso, acho uma das listas mais equilibradas e difíceis de prever. Cada filme possui uma particularidade. Como, se juntos, formassem a película perfeita. Percebo aqui a mesma situação que expliquei na categoria de Diretor: a disputa ocorre entre dois, com os demais apenas observando se surge alguma brecha. No caso desses, estarem aqui, indicados, já é uma premiação e tanto.

Quem ganha: O Discurso do Rei
Quem gostaria que ganhasse: A Origem
Será surpresa: A Rede Social


A premiação, para quem não sabe, acontece no próximo dia 27, no já batido Teatro Kodak.


H (to the moon and back)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Regresso: o fim, o meio e o início


Toda viagem, assim como tudo mais que nos acontece, precisa de um fim. Esse post mesmo, por exemplo, enquanto o escrevo não faço idéia, mas sei que ele precisa de um fim.

E a quem cabe a responsabilidade de decretá-lo?! Quem tem culhão o bastante para elevar a voz, dizendo “é isso, acabou!”?! É, acho que esse sou eu. Digo ‘acho’ porque, sendo o mais sincero possível, minha maior vontade nunca foi essa.

O início sim, esse eu idealizei. Mas o fim.. esse ainda não me havia passado pela cabeça. E como é difícil lidar com o desconhecido! Fiquei nesse adiamento o máximo de tempo que me foi concedido. Pensando bem, eu até poderia levá-lo dessa forma mais um tempinho.. rsrs Não, não posso.. pessoas dependem e confiam no meu “regresso”.

É chegada a hora do navegador errante voltar para casa. Dizer adeus as estradas, pedras, sombras, sussurros, roteiros e cartões postais. Carregar consigo as novas bagagens, já que as antigas, gastas e ultrapassadas, ficaram pelo caminho.

Termino minha excursão pelos vales do desconhecido satisfeito com o resultado. Encontrei novas pessoas, reafirmei laços, nadei contra a corrente. Fui recebido efusivamente pelo mundo que conquistei. A seguir, deixo registrada minha carta de agradecimento, escrita, originalmente, em 05 de fevereiro do corrente ano. Lida (em partes) no último dia 09:


Primeiramente, eu quero agradecer à Margarida, bibliotecária da biblioteca da FEA, por ter aceitado tão prontamente o convite p/ compor a banca. À profa. Asa, igualmente por ter aceitado o convite. Ao prof. Marcelo, meu orientador, pela paciência digna de Jó p/ com a minha pessoa.

Além disso, gostaria de pedir desculpas a banca, porque, e ciente de que é algo fora do protocolo, eu gostaria também de agradecer outras pessoas que estão aqui presentes. Como sei que uma delas irá chorar só ao citar seu nome, então irei me ater apenas em ler algumas palavras que escrevi.

Quero muito agradecer a duas pessoas aqui presente que, tão bem quanto eu, sabem a importância que esse dia, 09 de fevereiro, tem em minha vida. Em nossas vidas! Duas pessoas que me conhecem há 6 anos e há 6 anos têm sido mais que amigos: verdadeiros irmãos mais velhos, apoiando-me sempre, não importando o quão errado eu estivesse.

Quero que vocês dois saibam que, durante os últimos dois anos, com nossa relativa e, algumas vezes, inevitável distância, fiz novas amizades.

Vocês dois, juntamente aos demais amigos que fiz, são pessoas a quem devo tudo que consegui nesse período. E quero que vocês saibam que sou muito grato, principalmente pelo fato de terem aceitado a minha amizade, mesmo essa sendo trôpega e, muitas vezes, minimalista, não exigindo nada em troca além da minha fidelidade e espontaneidade.

E se tem uma coisa que aprendi nesses longos anos juntos, foi ser espontâneo. De tal maneira que não me lembrava mais, sem me importar com o julgamento alheio, apenas com a minha consciência.

Hoje eu deixo a biblioteconomia com a certeza de que fiz aqui o melhor que podia (e desconhecia ter prática!): amigos. Meus pequenos pedaços, espalhados por inúmeros lugares.

Daqui pra frente, nossos encontros se tornarão cada vez mais escassos. E isso é natural! Afinal de contas, temos nossas demais responsabilidades, nossas preocupações, entes queridos. Alguns casarão, outros irão se mudar. Mesmo assim, quero que vocês fiquem cientes da minha perseverança quanto a nossa amizade. Jamais desistirei de vocês e sempre estarei aqui para o que precisarem.

A escassez de encontros agirá como um catalisador para que, quando esses acontecerem, possam ser registrados como memoráveis. Nossos momentos perfeitos!”

Obrigado a todos os envolvidos.


H (novos desafios...)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Assista e curta - versão 2011


Para quem pensou que eu havia morrido, bem, meu "olá" especial. Sei que os desejos são muitos e, em alguns casos, acreditem, são mútuos. Porém, e deixando isso de lado (por enquanto), o motivo dessa "volta ao mundo dos vivos" é o assunto da vez, que vem roubando minha atenção desde a última quinta-feira, como sempre acontece nessa época, ano após ano: a premiação do Oscar®.

Hoje, falarei e mostrarei apenas os cinco indicados a Melhor Curta de Animação, uma das categorias que mais tenho gostado por achá-la bastante democrática, tanto na escolha dos candidatos, quanto na premiação nessas edições mais recentes. Sem mais delongas, the nominees are:


The Gruffalo - Inglaterra e Alemanha - 27 min

Um camundongo vai passear na floresta e acaba encontrando diversos predadores. O curta tem as vozes de astros do cinema inglês, como Helena Bonham Carter, Tom Wilkinson, John Hurt e Robbie Coltrane e foi dirigido por Max Lang e Jakob Schuh.



The Lost Thing - Austrália e Inglaterra - 15 min

Em um futuro distópico, um garoto encontra uma criatura na praia e a nomeia de The Lost Thing. Animação dirigida por Andrew Ruhemann e Shaun Tan.



Madagascar, Carnet de Voyage - França - 12 min

Madagascar, Carnet de Voyage, dirigido por Bastien Dubois, conta a história da cultura e do povo de Madagascar, através do diário de um viajante europeu. É o mais diferente dos curtas que concorrem ao prêmio, com um estilo de animação mais "old school". Este, inclusive, vi na edição mais recente do Anima Mundi, em julho de 2010.



Let's Pollute - EUA - 6 min

Let's Pollute, dirigido por Geefwee Boedoe, é uma animação que tem o estilo dos vídeos educacionais exibidos nos Estados Unidos na década de 50. De uma maneira muito irônica, o curta nos mostra os males da industrialização e como o homem faz de tudo para destruir a natureza, já há muito tempo.



Dia & Noite - EUA - 6 min

Dia & Noite, de Teddy Newton, é mais um perfeito curta da Pixar. Ele foi exibido antes do filme Toy Story 3 e, como sempre, traz a qualidade e inventividade que marca o trabalho da produtora norte-americana. Meu favorito.



É isso pessoal. Aos poucos, o blog irá voltar ao normal. Tenho vários posts prontos, porém, tudo acontecerá ao seu tempo. Não percam, ainda essa semana, minhas opiniões quanto aos indicados nas 8 principais categorias do Oscar®.


H (Animado. Literalmente)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Top 10 músicas que mais ouvi em 2010


Mais um Top. Quem lê, pensa que minha vida inteira deve girar em torno disso. Uma meia-verdade, posso dizer seguramente.

A verdade é que me divirto muito com essas classificações e meditações até o resultado final. Como um bom bibliotecário, que nunca serei, fico levantando limitações, qualidades, preponderando prós e contras.

Esse ano de 2010 foi, disparado, aquele em que ouvi mais música e de forma mais diversificada. Relembrei clássicos, aceitei indicações de amigos e ‘parentes’, segui dicas de sites e blogs. Além, é claro, das trilhas de alguns filmes que assisti durante o período.

Dando continuidade à ideia lançada em janeiro passado, esse é o primeiro (de um número ainda incerto) post em formato retrospectiva que escrevo: o “Top 10 músicas que mais ouvi em 2010”. Espero que vocês gostem da seleção tanto quanto o meu celular (pseudo MP3). Fiz pequenas contextualizações que julguei necessárias para cada música.

Como de costume, cabe fazer algumas ressalvas: 1) nenhum artista, apesar de ter acontecido e, isso eu explicarei a seguir, se repete; 2) tentei ao máximo não ofender (ou mesmo citar) pessoas e eventos durante as explicações; 3) pelo grau de dificuldade durante a escolha, inclui algumas ‘menções honrosas’ no final do post. Segue a lista:


10) The Strokes – I’ll try anything once

Confesso que não gosto dessa banda. Desde a longínqua ‘Last Nite’, nunca tinha ouvido sequer falar sobre eles. Logo, essa música só está aqui porque faz parte da trilha sonora de um dos melhores filmes que vi, na 32ª Mostra de Cinema: ‘Um Lugar Qualquer’ (Somewhere), da diretora Sofia Coppola. O filme em si é tão parado quanto ‘Encontros e Desencontros’, da mesma diretora. Mas ele me fez refletir sobre o tédio de estarmos, quase sempre, em lugares e/ou situações que não nos agradam. E é isso que essa música me faz sentir quando a ouço.




9) The Stereophonics – Maybe Tomorrow

Há uns dois anos atrás, a dona de um blog que acompanho, ao comentar um post meu, indicou essa canção como vertente aquilo que havia escrito. Gostei tanto que fui a caça de outras da mesma banda. Porém, essa ainda é a minha favorita (deles) por um motivo bem parecido com a citada anteriormente: o tédio, a sensação de estagnação perante suas próprias decisões.




8) Mike and the Mechanics – Over my shoulder

Desilusão amorosa é foda. E quando você se declara para a outra pessoa então, não recebendo uma resposta equiparada em troca?! Aí é descer ao nível mais obscuro da patética trajetória de uma vida. Onze anos atrás, época da minha primeira paixão adolescente, eu me senti assim. E, em 2010, mais precisamente no segundo semestre, aconteceu tudo outra vez. As semelhanças foram gritantes! Vi-me novamente como um lixo, sem objetivos por almejar. Cheguei ao ponto máximo de recordar a música de fossa que me fez afundar ainda mais no poço do meu desencanto.




7) Oasis – Wonderwall

Antes de 2010, nem consigo me lembrar qual foi a última vez que tinha ouvido essa música. Não sou do tipo que gosta de bandas (com raras exceções). Curto música, sonoridade, independente do intérprete. Oasis é uma dessas raríssimas exceções. E ‘Wonderwall’ foi, durante o bimestre agosto/setembro, TODA minha playlist. Desde então, não consegui mais ouvi-la. Até hoje, claro.. rs




6) The Beatles – Get back

Apreciar o som dos Beatles é algo que agradeço a minha mãe. Fora ‘Twist and shout’, que tomei conhecimento quando assisti ‘Curtindo a vida adoidado’, nenhuma outra canção deles havia me chamado atenção. Até surgir a memória bem calibrada da minha velha. Inclusive, ‘Get back’ poderia ter outras parceiras nesta lista. Mas, daí, não sobraria espaço para as demais músicas.. rs




5) Beady Eye – Bring the light

Como eu disse no início do post, nenhuma banda poderia se repetir. Porém, não tive como deixar Liam Gallagher de fora, tanto com sua antiga banda (Oasis), quanto com essa sua nova empreitada. Esse primeiro single, lançado em meados de outubro, já deixa claro que o grupo irá se basear na sonoridade do rock dos anos 50. Se isso não basta para explicar o porquê da 5ª colocação, que tal isso: ‘Bring the light’ é foda pra carai..!




4) Cee Lo Green – It’s ok

Esse foi indicação de blog. Graças ao Chongas, tomei conhecimento dessa música que logo virou chiclete. Talvez pelo próprio momento.




3) AC/DC – It’s a long way to the top (if you wanna rock and roll)

Aprendi a tocar bateria aos 16 anos. Em 2000, juntamente com 4 amigos, participei de uma dessas BG (banda de garagem), só para preencher as tardes e se achar alguém importante. Na verdade, era só pretexto para beber, fumar e, assim, fugir do mundo. Pois bem, em 2010, retomei contato com um colega dessa época. Entre várias recordações, surgiu essa ‘obra de arte’ do AC/DC, a primeira música que tocamos minimamente bem. Ouvi-la repetidas vezes teve um efeito revigorante, fazendo-me relembrar alguns fatos dessa tenra idade que julguei ter enterrado para sempre.




2) Ray Charles – What’d I say

Como pseudo-baterista, sei muito bem reconhecer minhas limitações. E uma delas é nunca ter conseguido acompanhar a batida do baterista nessa música do Ray Charles.




1) Miike Snow – Song for no one

Taí outra música que tomei de indicação do blog Chongas. Depois de ouvi-la, tudo me parece mais calmo. Desde setembro, tem ficado entre minhas preferidas. Aliás, não foi a única do Miike Snow que apreciei nesses últimos meses, destacando também a viciante ‘Black & blue’.




Menções honrosas:

* Trilha do filme ‘Whip it’, primeiro da Drew Barrymore na direção. Uma seleção interessante, incluindo Ramones e Radiohead;
* Trilha do filme 'Homem de Ferro 2'. AC/DC na veia!;
* ‘Paradeiro’, da Marisa Monte com participação do Arnaldo Antunes;
* ‘Use somebody’, do The Kings of Leon;
* E, recentemente, ‘Little baby pines’, do Sunbears!, que ouvi nessa retrospectiva com os principais filmes do ano.


H (music is everything)

domingo, 26 de dezembro de 2010

Grazie...


Como faço desde 2007, esse meu Natal foi um dia de silêncio. Não uma meditação espiritual ou com qualquer ligação religiosa. Não. Apenas um momento de reflexão pelo ano que passou.

Pois é.. logo eu que, alguns post atrás disse (ou escrevi, sei lá! rs) não acreditar nessa "mística" pausa. Envelhecer realmente não pode fazer bem para ninguém.. rsrs

Bom, não será agora que transcreverei minha retrospectiva e avaliação do ano. Este é apenas meu post agradecimento a todas as pessoas com as quais convivi nesses últimos 365 dias. Conversas, discussões, e-mails, fotos, olhares, momentos, experiências.. enfim, sou grato a todos e todas (sem exceções).

Sei que a música a seguir é por demais brega, mas representa muito bem esse agradecimento.





H (speciale)


* Imagem retirada daqui