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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ao melhor ser de todos os seres



Um dos mais antigos lugares-comum que existe diz que "uma andorinha só não faz verão". Junte a esse o tão antigo quanto "a união faz a força" e você saberá o que aconteceu nesse mais recente terça-feira (1º de setembro).

Para algumas pessoas (eu incluso!) a comemoração de mais um ano de vida não chega a ter aquela graça característica dos anos de ouro para realmente ser levada ao pé da letra. Inclua aí os gastos, aquela tarefa quase sempre inglória de, primeiramente, se lembrar de todas as pessoas que gostaria de chamar, e, depois, mandar e-mail a todos, mesmo tendo a certeza que boa parte nem se dará ao trabalho de lê-lo.

Abrirei um parêntese aqui (só um momento de graça): no aniversário mais recente da minha "véia", quando fui cumprimentá-la, ela já foi falando "nem precisa me desejar parabens!"; "mas por que, mãe?!"; ela se sentou e, depois de soltar um suspiro disse "porque eu estou cansada de fazer aniversário!" rsrs

Bom, passado o momento piada, voltemos a nossa programação: como todos sabem, existem pessoas e pessoas. E, como só a biblioteconomia poderia exigir, temos esses seres exclusivos, de atitudes únicas, inimitáveis da unha do dedão ao pensamento mais obscuro. Entre eles, não querendo minimizar ninguém, posso destacar (sem sombra de dúvidas!) o melhor de todos: senhorita (por enquanto! rsrs) Luciana Meira (foto).

Esse "ser" iluminado acabou de completar mais uma volta em torno do Sol. Quantas, ao todo?! Sinceramente não sei. Mas, quando se trata de Luciana Meira, isso não importa. Como diz aquele ou lugar-comum, ela "é igual ao vinho; fica cada vez melhor com o passar do tempo" ;)

Só ela para conseguir juntar uma turma de biblio tão diversificada. Com suas piadas e imitações, frases de efeito e gestos (!!!) de maiores efeitos ainda.

Conheci essa maravilha no meu 2º semestre do curso e, quatro anos depois, minha admiração e pseudo-paixão por ela só aumentaram. Infelizmente, as pessoas não agem mais assim, com uma espontaneidade simples, capaz de cativar até os "patrimônios" do nosso alfabeto (rsrs).

Para finalizar, só posso dizer: obrigado, Lu! Como já havia lhe dito, momentos como esse são os responsáveis por deixar meu astral nas alturas.. mesmo com escolha de mão! rs

H (que morango gostoso! rs)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Idas e vindas - post convidado


Minhas inquietudes me tomam. Minha ansiedade transpõe na ausência de notícias de alguém que conheço há pouco tempo, embora eu saiba há 5 anos que eu iria encontrá-lo, pois era a minha finalidade. Sou a antítese dentro de um paradoxo: aos finais de semana, não o tenho como um elixir, o tenho como um peso. Todavia, sinto-me tão presa a ele que por mais que eu antecipe o final, não sei o porvir, sinto-me estranhamente desconexa sem as pessoas que ele me proporcionou.

Afirmo que ele é o divisor de águas em minha vida: é o primeiro e sei que não será o último, pois minhas escolhas neste momento, determinam que ao menos mais um virá, mas ele terá sido o primeiro e ponto! Renunciei muitas coisas em função dele, acreditando que ele é a escolha mais acertada neste momento. Vivemos numa magnífica D.R. - o achar explicações para o que sinto.
Tenho por mim que será assim até o final e para ser sincera, é a única coisa que me apetece neste relacionamento, pois me edifica como ser humano, pois busco alternativas. Estou descobrindo minhas síndromes, minhas fobias, minhas limitações (nossa, antes de chegar aos 40!). Acredito que seria muito mais fácil se sentássemos, olhássemos um para o outro e nos resolvêssemos naquele momento. Mas, não consigo. Tenho a impressão que é tão somente comigo...ledo engano;

Conversando com outros indivíduos, percebo que, embora para alguns, relacionamentos sejam simples, a grande maioria está sofrendo e outra parte já passou pelo que passo! Tenho por mim que a mesmice seja imperativa e mesmo que tenha vivenciado alguns relacionamentos, nenhum é como o atual. Incomparável, incomensurável, inenarrável como ele me consome. Como ele fez com que eu superasse meu último pseudo-relacionamento; Como ele consegue me ter sempre para ele, de modo que outrem não me despertem nenhum interesse libidinoso. Como ele me completa.

No início, confesso, até quis ter recaídas, mas foi de um total fracasso, uma vez que com ele perdi total interesse em jogos de conquistas. A cada encontro fomos construindo nossa trilha sonora que passa por Amélie Poulain, chega em Imogen Heap, dança na MPB, nostalgia-se em músicas clássicas e RAP, escolhe algumas em Manu Chao e bate cabeça em muitas bandas de rock! Nos descobrimos ecléticos uma vez que nos limitaríamos por demais se ficássemos somente em um estilo.

Ele é neste momento minha doutrina! Impossível é não enxergar as mudanças que ele, a minha finalidade, me trouxeram: afloraram coisas magníficas em minha vida. O mais interessante de todo este blá-blá-blá é que nossas D.R. acabarão! Ele acabará, como todo relacionamento denso, como todo relacionamento descompassado, como todo relacionamento onde os envolvidos se distraem apenas!

Não estou disposta a tê-lo por muito tempo em minha vida, não posso: terminaríamos na última semana de novembro... mas agora mais algum tempo me concedo! Quero o pertencer somente a mim, como antes!

Reitero, por fim: sou a antítese dentro de um paradoxo! Minhas inquietudes me tomam!

Luciana Meira