
Reclamar do trabalho. Para variar, esse post é sobre isso. Ou melhor, boa parte dele é sobre isso. Hoje, sábado, enquanto estou vendo/ouvindo a última palestra do IX EREBD, fingindo que estou trabalhando, aproveito para escrever esse post sobre algo que aconteceu antes do feriado.
Por falar em feriado, o que custava emendar esse final de semana? Hein, Dona Tereza?? Tenho certeza que nada. Mas beleza. Meu arrependimento mesmo foi maior depois do que vi ontem durante a palestra VIRTUALIDADE do IX EREBD. Tinha muita coisa a ver com meu TCC. Porém, eu tinha que trabalhar! Senão, essa porra toda pára, né!
Voltando ao tema do post: até meus 14 anos, fui sempre o tipo que não reagia a nenhuma brincadeira em relação ao meu nome ou qualquer outro tipo de provocação. Simplesmente ignorava ou guardava para mim mesmo. Depois de algum tempo, não sei o real motivo, meu sangue começou a ferver com uma certa facilidade. Brigava muito (apanhava na maioria das vezes! rs), xingava, discutia, mas nunca levava nada para casa. Insinuação nenhuma.
Pois bem, na última quarta-feira (19/11), certa "pessoa" do meu trabalho, num ataque de rebeldia sem causa, insinuou que eu não estaria fazendo a minha parte em relação a um procedimento rotineiro que, a um bom tempo, vinha dando problema. Juro que não parei para pensar muito na hora. Talvez só o bastante para não cair no pescoço da "pessoa" e separar a cabeça do restante do corpo. Mas o sangue subiu! Retruquei logo: "Reclamar qualquer um pode.. mas chegar mais cedo para conferir o procedimento não tem um, né!? Se você está duvidando do meu trabalho, então por que não chega mais cedo para conferir? Ou melhor, por que você mesmo não faz o meu trabalho?!"
A frase foi mais ou menos essa. Tirando alguns palavrões e o nome da "pessoa". Nem levei em consideração que a tal pessoa tinha um cargo mais elevado que o meu. Apenas levei a cabo o meu lema de sempre: nunca leve provocação para casa! E assim foi. Dois dias depois, essa mesma "pessoa" quis continuar o assunto. Parece que o que eu tinha falado não tinha sido o bastante, ainda quis ouvir mais. E eu falei. Tirei a rolha da boca e soltei tudo!
Agora estou aliviado.. e o Anticristo continua falando em "filhos da elite branca" e "pensar em grandes ganhos e não em pequenas perdas".. francamente! Desculpem-me pela imagem.. mas é meu temperamento agora.
H (irritabilidade é fichinha!)